Espero que as férias tenham sido do vosso agrado, em particular com o silêncio que se instalou no poesiapt com o passar destes dois meses.
Lembro-vos que continuo a aceitar poesia, prosa poetica, e poesia visual.
Para temas dos proximos quatro meses teremos:
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SetemrboMacabro"Não está morto o que eternamente jaz inanimado, e em estranhas realidades até a morte pode morrer."
H.P.Lovecraft
Alienígena"Ó

timo. Preciso de músculos e eu recebo uma vela alienígena. ("A Aliança")"
Ben 10 (serie animada)
OutubroEstranheza"O peso da evidência de uma afirmação extraordinária deve ser proporcional à sua estranheza."
Laplace
Culto"O homem culto é apenas mais culto; nem sempre é mais inteligente que o homem simples."
Hermann Hesse
NovembroNegro"Todo o prazer é um vício, porque buscar o prazer é o que todos fazem na vida, e o único vício negro é fazer o que toda a gente faz."
Fernando Pessoa
Vermelho""Entardecer vermelho, espera-se um tempo bonito."
Proverbio popular
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Qualquer poema de qualquer dos temas é aceite em qualquer altura.
Obrigado a todos os participantes.
Temas de 2007
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Temas de 2008
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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Fernando Pessoa
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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Fernando Pessoa
gostávamos de nos associar a este clube, e vice-versa, para que nos possamos divulgar em conjunto.
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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Fernando Pessoa
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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Fernando Pessoa
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Truth be told,
I'd rather be sold
than juggle stepping stones.
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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Fernando Pessoa
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Genius is insanity made sane by dilution in the abstract, like a poison converted into a medicine by mixture - Fernando Pessoa
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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Fernando Pessoa
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