saudemos o zéfiro
etereamente levitante
quando o som do afago
dengoso sobre o corpo
abre alas e voa
a libélula
as asas ao vento
luzes que transcendem
a estrela juvenil
macia como uma alma
ouça o vento
levemente
saudemos o zéfiro etereamente levitante quando o som do afago dengoso sobre o corpo abre alas e voa a libélula as asas ao vento luzes que transcendem a estrela juvenil macia como uma alma ouça o vento levemente |
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